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"A educação é a arma mais poderosa que se pode usar para mudar o mundo". " Nelson Mandela."

"A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando o pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho. Art. 205 da CF/88"

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terça-feira, 4 de agosto de 2015

FIES. NOVAS LIMINARES SÃO CONCEDIDAS PELA 5ª & PELA 14ª VARA FEDERAL PARA QUE ESTUDANTE DE MEDICINA SE INSCREVA NO FIES PARA CURSAR SUA SEGUNDA GRADUAÇÃO.


FIES. MAIS DUAS LIMINARES SÃO CONCEDIDAS PELA 5ª & PELA 14ª VARA FEDERAL PARA QUE ESTUDANTE DE MEDICINA SE INSCREVA NO FIES PARA CURSAR SUA SEGUNDA GRADUAÇÃO.

Para o Dr. Saulo Rodrigues, advogado responsável pela condução das ações no âmbito da Justiça Federal de Brasília: “Os julgamentos representam uma possível unificação do pensamento pelas diversas Varas Federais, e vêm para contribuir para o aprimoramento do direito pátrio, inclusive majorando a credibilidade do Judiciário perante a sociedade que aguarda um pensamento cada vez mais uniforme da Justiça”.

Além da liminar proferida pela Eg. 4ª Vara Federal de Brasília em ação individual de autoria do Dr. Saulo Rodrigues Mendes em parceria com a Associação de Defesa dos Estudantes do Brasil – ADEB, outras liminares, também estão sendo concedidas, suspendendo a previsão contida na Portaria Ministerial editada pelo MEC para vedar participação no FIES de Estudantes já graduados.

Veja abaixo algumas liminares concedidas.


Processo – 5ª Vara Federal:
 “Dentro desse contexto e em respeito à hierarquia normativa, não pode a Portaria extrapolar o previsto em Lei, instituindo requisito não previsto na norma superior, ou seja, o que a lei não proibiu, não pode a portaria vedar. Dessa forma, presentes os requisitos, DEFIRO o pedido de antecipação dos efeitos da tutela para suspender a exigência contida no artigo 8º, inciso I, da Portaria Normativa nº 8, de 2 de julho de 2015, do Ministério da Educação.”

Processo – 14ª Vara Federal:
 “Assim, entendo que a restrição imposta pela Portaria Normativa nº 8, de 02.07.2015, que veda a participação no programa do FIES de estudantes que já possuem graduação superior, como a autora, extrapola a sua competência regulamentar, invadindo a matéria afeta exclusivamente à norma legal que lhe é superior.”...“III – DecisãoPelo exposto, defiro o pedido de antecipação dos efeitos da tutela, para afastar a exigência contida no artigo 8º, inciso I, da Portaria nº 8 do MEC, de 02.07.2015.”



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terça-feira, 28 de julho de 2015

FIES. SEGUNDA GRADUAÇÃO. JUSTIÇA FEDERAL DE BRASÍLIA CONCEDE LIMINAR PARA QUE ESTUDANTE DE MEDICINA SE INSCREVA NO FIES PARA SEGUNDA GRADUAÇÃO.



FIES. 2015. JUSTIÇA FEDERAL DE BRASÍLIA CONCEDE LIMINAR PARA QUE ESTUDANTE DE MEDICINA SE INSCREVA NO FIES PARA CURSAR SUA SEGUNDA GRADUAÇÃO. 

Brasília - A Justiça Federal de Brasília concedeu liminar, na manhã desta terça-feira (28.07.2015), para que Estudante se inscreva no FIES para cursar sua segunda graduação no curso de Medicina.

A nova Portaria Ministerial (Portaria Normativa nº 08 de 03 de julho de 2015) editada pelo MEC, veda participação de Estudantes já graduados no FIES.

Na decisão, o Sr. Juiz Federal Frederico Botelho de Barros Viana (4ª Vara Federal) considerou que "Afigura-se ilegal o estabelecimento da restrição veiculada no dispositivo acima transcrito da Portaria Normativa nº 8, de 2/7/2015.

A rigor do artigo 5º, inciso II, da Constituição Federal, não é possível a imposição da referida vedação sem previsão legal."

No processo enviado à Justiça Federal, o Dr. Saulo Rodrigues Mendes (advogado especialista em ações relacionada ao FIES, responsável pela condução das ações em parceria com Associação de Defesa dos Estudantes do Brasil - ADEB), afirmou que "não pode uma Portaria Ministerial de hierarquia subalterna à Lei de Regência impor limites à fruição de um direito subjetivo previsto na Constituição Federal."


Segundo o Advogado Dr. Saulo Rodrigues, que representa os Estudantes de todo o Brasil em ações do gênero, a liminar é uma "vitória da educação".


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sexta-feira, 3 de julho de 2015

FIES - NOVAS REGRAS PARA OFERTA DE VAGAS PELAS INSTITUIÇÕES E PARA INSCRIÇÃO DE NOVOS ESTUDANTES.



FIES - NOVAS REGRAS PARA OFERTA DE VAGAS PELAS INSTITUIÇÕES E PARA INSCRIÇÃO DE NOVOS ESTUDANTES.


Uma nova portaria foi publicada pelo MEC nesta sexta-feira, 3, para regulamentar a seleção dos Estudantes na segunda edição do Fundo de Financiamento Estudantil (FIES).
A novel portaria diz que apenas 61,5 mil vagas de financiamento serão abertas para o Fies. 
Podem se inscrever no processo seletivo do FIES Estudantes que não tenham concluído curso superior e que tenham participado do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) a partir da edição de 2010, com nota mínima de 450 pontos e não ter zerado a redação. Será necessário comprovar renda familiar mensal bruta per capita de até dois e meio salários mínimos.
Como afirmara o ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, na semana passada: “Os cursos de maior qualidade receberão particular ênfase, pois assim se garante que os estudantes estarão pagando, e o país estará financiando, cursos que serão melhores para a sua formação”, disse o ministro.
Desconto — A portaria da Sesu regulamenta ainda o abatimento de 5%, concedido pelas instituições, nos valores das mensalidades a serem financiadas com recursos do Fies. Esse percentual incidirá também na parcela da mensalidade a ser paga, diretamente à instituição de ensino, pelo estudante aprovado no processo seletivo referente a este segundo semestre."
Portaria Normativa nº 8/2015, que dispõe sobre a segunda edição de 2015 do Fies, foi publicada no Diário Oficialda União desta sexta-feira, 3. O edital de seleção, com o cronograma de inscrições, será publicado ainda este mês.
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FIES. AÇÃO ORDINÁRIA PARA INSCRIÇÃO NOS QUADROS DO FIES. SEGUNDA GRADUAÇÃO.



1.     No que consiste a tese do remédio jurídico?

A previsão contida na novel Portaria Ministerial editadas pelo MEC (Portaria Normativa nº 8 de 02/07/2015, Art 8º - I), para impedir que o Estudante já formados adquira uma segunda graduação, é abusiva e inconstitucional

A aludida Portaria Ministerial que nega o direito ao Estudante de ser agraciado com a segunda graduação superior, com todo respeito que mereça a objurgada Portaria Ministerial editada pelo Exmo. Ministro da Educação, mas, vai à contramão da filosofia do programa social que foi idealizado para fomentar o acesso à educação visando a melhor qualificação profissional para exercício da cidadania e, sem dúvidas, é inconstitucional, pois o FIES deve ser meio de maximizar o acesso à educação para o desenvolvimento social do país. Quanto mais estudantes no terceiro grau de ensino, mais vantajoso é para o programa social.

Salta às vistas que a referida exigência, imposta pela Portarias Ministeriais, não tem o mínimo suporte constitucional, razão por que se impõe o reconhecimento da sua inconstitucionalidade pelo poder Judiciário assegurando-se ao Estudante Universitários carente acesso ao FIES.

2.     Quem pode ingressar com a ação judicial?



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segunda-feira, 29 de junho de 2015

FIES. VEJA O QUE MUDA NO FIES.

VEJA O QUE MUDA NO FIES.




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segunda-feira, 22 de junho de 2015

NOVA LIMINAR CONCEDIDA PELA PRIMEIRA INSTÂNCIA DA JUSTIÇA DE BRASÍLIA PARA QUE ESTUDANTE DE MEDICINA CONSIGA SUA SEGUNDA INSCRIÇÃO NO FIES.


NOVA LIMINAR CONCEDIDA PELA PRIMEIRA INSTÂNCIA DA JUSTIÇA DE BRASÍLIA PARA QUE ESTUDANTE DE MEDICINA CONSIGA SUA SEGUNDA INSCRIÇÃO NO FIES. 

O critério estabelecido pela Portaria Ministerial editada pelo MEC para vedar a participação de Estudante que já tenha sido agraciado com o financiamento, nada obstante a adimplência contratual, para formalização de um novo contrato - FIES, tem inviabilizado o acesso do Estudante ao curso de Medicina quando da realidade atual do país para falta de profissionais de saúde nas áreas públicas e privadas.

Daí a total incompatibilidade da portaria ministerial do MEC com o programa social idealizado a partir do princípio esculpido no texto constitucional que garante o direito à educação, pois, limita o acesso ao FIES, mormente para Estudantes concorrentes ao financiamento público para custeio do curso de Medicina quando diante da realidade atual do país para falta de médicos por habitantes em diversas localidades e entes da Federação.

O Dr. Saulo Rodrigues Mendes (advogado especialista em ações jurídicas relacionadas ao FIES), tem promovido a defesa de Estudantes de todo o Brasil, e lutado para unificação do pensamento da Justiça.

A 8ª Vara Federal da Seção Judiciária de Brasília sinalizou uma mundança no pensamento da jurisprudência. Confiram inteiro teor da liminar concedida para que Estudante do curso de medicina consiga um novo financiamento público FIES para o custeio dos encargos imanentes ao ensino superior: 







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terça-feira, 12 de maio de 2015

GASTOS COM O FIES ESTÃO SENDO ENXUGADOS PELO GOVERNO FEDERAL E NÚMERO DE INSCRIÇÕES NO PROGRAMA SOCIAL REDUZEM DRASTICAMENTE.

GASTOS COM O FIES ESTÃO SENDO ENXUGADOS PELO GOVERNO FEDERAL E NÚMERO DE INSCRIÇÕES NO PROGRAMA SOCIAL REDUZEM DRASTICAMENTE.

Segundo o MEC, a reabertura do SisFIES para a realização de novas e ilimitadas inscrições para o primeiro semestre de 2015, sem a observância da restrição orçamentária imposta ao Programa, poderia gerar impacto orçamentário e financeiro da ordem de R$ 7,2 bilhões, dos quais R$ 1,8 bilhão somente em 2015, se considerados o valor médio das semestralidades financiadas pelo FIES e a quantidade estimada de 178 mil estudantes que iniciaram o cadastro no sistema e não concluíram a inscrição até 30.4.2015.



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segunda-feira, 4 de maio de 2015

FIES ACABOU EM 2015. ESGOTAMENTO DE RECURSOS NO FIES.


FIES ACABOU EM 2015. ESGOTAMENTO DE RECURSOS NO FIES.

Brasília - ""O Fundo de Financiamento Estudantil (FIES) do governo federal esgotou seus recursos para 2015, de 2,5 bilhões de reais.
"Não havendo mais recursos seria inútil a reabertura", disse o ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, a jornalistas nesta segunda-feira ao ser questionado sobre a continuidade do FIES.
O ministro disse que o FIES será realizado em 2016, mas sem indicar valores para o programa, afirmando que o montante dos recursos será definido posteriormente.

Em edição similar realizada no ano passado, os recursos foram de aproximadamente 4,8 bilhões de reais. O encolhimento do FIES ocorreu após o governo federal restringir gastos de programas públicos, incluindo projetos educacionais, uma bandeira da campanha eleitoral da presidente Dilma Rousseff em 2014.
Os cursos mais procurados na atual edição foram engenharia, direito, enfermagem, administração, psicologia, fisioterapia arquitetura e urbanismo. O prazo para novos contratos, que estava aberto desde fevereiro, foi encerrado em 30 de abril.""

Fonte: Exame.

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sábado, 18 de abril de 2015

FIES - ERRO (M321)



FIES – ERRO (M321) - O limite de financiamento disponibilizado para as faculdades está esgotado? Publicado por Rosaury Muniz -

O limite de financiamento esta esgotado? 

Os estudantes que prestaram exame para admissão ao curso superior deverão cancelar suas matriculas nas IES, porque o governo não previu que os nossos jovens querem entrar para um curso superior? 

O governo não imaginou que a maioria dos estudantes não dispõe de condições financeiras para custear tal melhoria no aprendizado? 

O governo não tem conhecimento de que as Instituições públicas não comportam a demanda estudantil para os cursos de graduação? Perguntas! É o que ecoa agora! Muitas sem respostas. 

E, as respostas fornecidas não satisfazem. 

A situação do esgotamento das cotas de financiamento; a fragilidade de suporte de acesso ao sistema de cadastramento do site do Mec e suas repercussões na sociedade estão longe de poderem ser abordadas nesse espaço. 

Vejamos, aqui, apenas, uma breve menção ao problema com base no art. 37 do nosso Código de Defesa do Consumidor O Crédito educativo - Fies - é uma relação de Consumo, devendo ser regida pelo Código de Defesa do Consumidor. -CDC. 

Assim sendo, quando O MEC altera as cotas de financiamento para cada IES durante o período das contratações, fere as regras que foram divulgadas amplamente por todos os meios de comunicação e, inclusive, pelas próprias normas contidas nos formulário de contratação disponibilizado pelo site, como único meio de adesão ao contrato. Então, estamos diante, apenas de propaganda enganosa, conforme prevê o "Art. 37. É proibida toda publicidade enganosa ou abusiva".

Vejamos o que diz o parágrafo primeiro desse artigo do CDC: "§ 1º É enganosa qualquer modalidade de informação ou comunicação de caráter publicitário, inteira ou parcialmente falsa, ou, por qualquer outro modo, mesmo por omissão, capaz de induzir em erro o consumidor a respeito da natureza, características, qualidade, quantidade, propriedades, origem, preço e quaisquer outros dados sobre produtos e serviços." 

Dessa forma, o governo enganou todo o segmento estudantil nacional, (consumidores diretos e indiretos) quando anunciou a regra para a realização do contrato de financiamento estudantil, vez que nenhuma alusão foi feita com relação a percentual de cotas para cada IES, ou mesmo que, ao longo das contratações do primeiro semestre de 2015, tais percentuais poderiam sofrer alterações, ou seja, diminuição. 

Diante disso temos a boa-fé dos estudantes e, mesmo das Instituições de ensino, derrubada. 

Todos acreditaram, e não poderia ser de outra forma, naquilo que o governo anunciou e colocou à disposição da população que pretende uma educação superior. 

É sabido que o Poder Público, diante de situações imprevistas poderá alterar os contratos de forma unilateral. Mas, se isto ocorreu não justifica a falta de transparência e de divulgação. A mesma utilizada para o chamamento da classe estudantil para aderir ao programa. 

Por outro lado, não é crível que o governo não pudesse prever o crescimento na utilização do crédito pela população alvo. 

Ora, se o custo do curso superior é um dos fatores mais restritivos ao acesso à educação superior em nosso pais, esse aumento deveria sim, ser plenamente previsto antes de abrir as contratações e, devidamente corrigido, evitando tanto prejuízo à população que luta por uma oportunidade de ascender aos cursos de graduação superior. Por fim, apenas fazendo referencia a mais um dispositivo normativo, vez que muitos outros foram desrespeitados, temos ainda no mesmo art. 37 do CDC, o § 3º, que diz: 

"Para os efeitos deste código, a publicidade é enganosa por omissão quando deixar de informar sobre dado essencial do produto ou serviço." 

Em conclusão temos mais uma vez o estudante sendo lesado no seu direito à educação. 

Como já não fosse suficiente a caótica administração e oferta de qualidade do ensino brasileiro, estamos diante do cerceamento da oportunidade de melhoria daqueles que, de forma heróica, conseguiram concluir o ensino médio e tentam prosseguir no aperfeiçoamento da aprendizagem, para no futuro poder contribuir para uma nação melhor. 

terça-feira, 14 de abril de 2015

FIES, a barbeiragem do governo.

Dr. Saulo Rodrigues: Há um tempo atrás, tive a oportunidade de participar de uma reportagem da Revista Isto é sobre o FIES. Para minha feliz surpresa a matéria foi divulgada pela revista. Foi uma singela participação, mas de grande valia. Segue o conteúdo para quem se interessar:
"Estava ruim e ficou pior. Nos últimos três meses, desde que foram anunciadas mudanças no Programa de Financiamento Estudantil (Fies), alunos do ensino superior e aspirantes a universitários têm enfrentado dificuldades para renovar contratos e requerer o subsídio pela primeira vez. Basicamente, a alegação é que há instabilidade no sistema, o SisFies. Mas, antes disso, a definição de um teto de reajuste de mensalidades (6,4%), a exigência de nota mínima no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e várias outras circunstâncias estabelecidas já limitavam o acesso ao programa. As trapalhadas culminaram com um discurso da presidente Dilma Rousseff, que deu como desculpa para tanta confusão o fato de ter deixado o Fies na mão de universidades particulares, o que explicaria o aumento drástico e descontrolado de vagas. Mas agora o estrago já está feito e a situação fica cada dia mais dramática, já que o Ministério da Educação (MEC) não presta esclarecimentos sobre as novas regras nem às instituições nem aos alunos. Para exigir uma solução do governo, entidades estudantis e universidades apelam para a Justiça, movendo ações contra a União e o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). O maior prejudicado pela barbeiragem, claro, tem sido o estudante, que vê se esvair o sonho do diploma.
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ESPERA
Fila de alunos na FMU, em São Paulo, para regularizar contratos com o Fies.
Problemas com o sistema do programa impedem que universitários
renovem acordos e façam novas matrículas
Percebendo que, em vez de respostas, surgem apenas mais dúvidas, alunos de diversas instituições têm organizado manifestações em diferentes cidades do País para chamar a atenção para os problemas enfrentados. Em São Paulo, um grupo das Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU) bloqueou parte de uma avenida no Centro para protestar por não conseguir ser atendido pela instituição, que alegou problemas no sistema. No segundo ano do curso de Direito da Universidade São Judas Tadeu, também na capital paulista, Carla Natacha Gomes da Silva, 23 anos, alega que protestar é a única opção possível. “Se os problemas não forem solucionados, pretendo juntar outros alunos e fazer manifestações. Meu risco é grande, caso não tenha o financiamento terei que trancar o curso.” Carla diz que não consegue renovar seu contrato, firmado em 2012, por problemas insignificantes. “Há vezes que meu CPF é considerado inválido. Outras, o erro aparece ao preencher o CEP de casa”, diz. Segundo o advogado especializado em financiamento estudantil Saulo Rodrigues, a confusão coloca em jogo o princípio universal do livre acesso à educação. “Por isso, quem se sentir lesado pode acionar o judiciário”, afirma. É o que universitários e instituições já estão fazendo.
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PROTESTO
Manifestação de alunos da Furb, de Blumenau (SC). Diretório de estudantes
venceu ação civil pública contra União para que todos os
contratos com o Fies sejam renovados
Na Faculdade Regional de Blumenau (Furb), em Santa Catarina, o diretório central dos estudantes entrou com uma ação civil pública contra a União e o FNDE. Na terça-feira 17, uma juíza da vara federal da cidade deferiu o pedido e deu à União o prazo de dez dias para regularizar todos os contratos, caso contrário a multa será de R$ 10 mil por dia, segundo o presidente da entidade estudantil, John Maicon Albanis, 23 anos. “Entramos em contato com o MEC por vários motivos e o ministério nunca se manifestou. A saída legal foi a única alternativa para resolver o entrave”, diz. Ainda cabe recurso da decisão.
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Medidas similares foram tomadas em outras partes do País, como Distrito Federal, Alagoas, Pará e Paraíba. “Nesses últimos dias, o cenário só melhorou porque os prejudicados estão tendo ganho de causa”, afirma Elizabeth Guedes, vice-presidente Associação Nacional das Universidades Particulares (Anup) e diretora executiva da Associação Brasileira para o Desenvolvimento da Educação Superior (Abraes). Além de travas no sistema, outra reclamação dos alunos, segundo Elizabeth, é a exigência da nota de corte de 450 pontos no Enem para novos contratos. “É prejudicado, principalmente, quem vem de camadas sociais menos favorecidas”, diz. “No fundo, é tudo problema de orçamento, não acredito que tenha a ver com preocupação com a qualidade do ensino.”
Por todo Brasil, instituições reclamam também da falta de atenção do MEC. Em comunicado, a Universidade Veiga de Almeida, do Rio de Janeiro, sinaliza que o maior problema é a falta de informações oficiais com relação a todas as mudanças, gerando uma grande preocupação nos estudantes. “Passamos todas as informações obtidas, que são aquelas veiculadas pela imprensa”, afirmou a entidade. A Veiga de Almeida não foi informada oficialmente sobre a quantidade de vagas do programa. Mesmo assim, muitos alunos não conseguem concluir o pedido de novo contrato porque o sistema acusa não haver mais vagas. Além disso, os estudantes de Enfermagem, que possui o conceito 5, o máximo atribuído pelo MEC, deveriam ser automaticamente contemplados pelo Fies, mas também não puderam se inscrever ainda. “Até o dia 19 de março, o FNDE não se pronunciou a respeito, embora já tenhamos enviado uma solicitação específica pedindo orientação”, informa a Veiga de Almeida. Em Brasília, o Centro Universitário Estácio adiantou o lançamento de um programa próprio de financiamento estudantil para suprir a lacuna. “Sempre acompanhei os processos de renovação de contratos e de novos inscritos no Fies bem de perto. Nunca tivemos tantos problemas quanto neste ano”, diz Adriano Luís Fonseca, reitor da entidade.
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Elizabeth Guedes, representante de entidades ligadas ao ensino superior, classifica os recentes acontecimentos como desumanos. “Estão jogando os alunos contra as escolas”, diz. Segundo ela, se Dilma conhecesse a burocracia do sistema, ela não teria feito a crítica sobre o programa estar nas mãos das universidades particulares. “Ela não sabe nem como foi feito. As decisões partiram do MEC. É fumaça para esconder erro de planejamento orçamentário.” Especialistas concordam que, por se tratar de dinheiro público, é justo que o governo delimite as regras e decida como vai distribuir a verba. O problema é ter feito de uma hora para outra, sem planejamento, sem conversa com entidades da área e, pior, com pouquíssimos esclarecimentos aos afetados. Para Renato Hyuda de Luna Pedrosa, coordenador do laboratório de estudos em educação superior da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), os investimentos destinados ao Fies de fato aumentaram muito, pulando de R$ 7,57 bilhões em 2013 para R$ 13,75 bilhões em 2014. “Há um custo para o tesouro. Como no primeiro mandato da presidente não houve tanto controle fiscal, agora o governo está repensando esse crédito subsidiado.” Porém, como se vê pelo desespero dos estudantes, essa revisão está sendo feita da pior maneira possível."
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Fotos: marcelo D’Sants/frame/Ag. o Globo;Jjaime Batista da Silva/Blog do Jaime 

Fonte: http://www.istoe.com.br/reportagens/410189_FIES+A+BARBEIRAGEM+DO+GOVERNO

segunda-feira, 13 de abril de 2015

FIES: Faculdades privadas de SP conseguem liminar contra 'trava' do Fies

Faculdades privadas de SP conseguem liminar contra 'trava' do Fies

O Sindicato das Mantenedoras de Ensino Superior do Estado de São Paulo (Semesp) conseguiu nessa terça-feira, 7, uma liminar contra a "trava" de reajuste de mensalidades imposta pelo Ministério da Educação (MEC) para as faculdades que participam do Fies, programa de financiamento estudantil. A decisão vale para cerca de 200 instituições filiadas à entidade, entre elas algumas das maiores do País no ensino privado. 

Neste ano, a pasta fixou o índice oficial da inflação, de 6,41%, como teto para o reajuste de mensalidades. Depois disso, entidades e escolas passaram a entrar na Justiça contra a "trava". Por enquanto, os Tribunais Regionais Federais da 1.ª e da 5.ª Regiões já derrubaram liminares favoráveis ao setor de educação particular. A nova liminar foi concedida pela juíza Luciana Raquel Tolentino de Moura, da 7.ª Vara Federal do Distrito Federal. 

Ela reconheceu a legalidade de fixar limites máximos de reajuste para as participantes do Fies, com o objetivo de cumprir a previsão orçamentária. Discordou, no entanto, da demora do MEC para avisar às escolas. "A definição de tais patamares deve ser realizada com antecedência razoável, que permita às IES (instituições de ensino superior) realizarem programação de aumento dos encargos educacionais e repasses para as semestralidades", escreveu a magistrada. 

A falta de transparência nas regras, de acordo com ela, trouxe "prejuízos" às faculdades. 

Procurado pela reportagem, o ministério informou que não foi notificado da decisão e, quando for, vai recorrer. 

Fonte: Estadão.

quarta-feira, 8 de abril de 2015

FIES. NOVA LIMINAR CONCEDIDA PARA QUE ESTUDANTE DE MEDICINA CONSIGA INSCRIÇÃO NO SEGUNDO FIES.

FIES. NOVA LIMINAR CONCEDIDA PELA 6ª VARA FEDERAL DE BRASÍLIA PARA ESTUDANTE DE MEDICINA CONSIGA SUA SEGUNDA INSCRIÇÃO NO FIES.

É de sabença comezinha que o Dr. Saulo Rodrigues (advogado especialista em FIES) tem promovido a defesa de diversos Estudantes candidatos ao financiamento público - FIES para o custeio de seus estudos em universidades particulares.

Há algum tempo, o Dr. Saulo Rodrigues, ajuizou diversas ações em benefício de Estudantes candidatos ao segundo financiamento público - FIES, para custeio dos encargos imanentes ao ensino superior, mormente em cursos de alto valor como é o caso de medicina.

O êxito no processo foi amplamente divulgado no blog e tem ajudado muitos Estudantes que se encontram impossibilitados de assinar um novo contrato.

Uma recente liminar foi obtida pelo Dr. Saulo Rodrigues agora na 6ª Vara Federal. Confiram:

"Trata-se de hipótese que afasta o argumento que alguém não poderia ser beneficiado, por mais de uma vez, pelo programa de financiamento público.Com essas considerações, defiro o pedido de tutela antecipada, para determinar às Rés que possibilitem ao Autor habilitar-se ao FIES para o custeio do curso de medicina, desde que atendidos os demais critérios necessários à concessão do benefício.Intimem-se para cumprimento.Brasília, 3 de março de 2015.IVANI SILVA DA LUZJuíza Federal da 6ª Vara/DF"


Assim, recomendamos a todos os Estudantes que estão impossibilitados de se inscrever no segundo FIES que procurem seus direitos na Justiça.

E-mail para contato: advocaciasaulorodrigues@gmail.com

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quinta-feira, 26 de março de 2015

Estudar de graça – ou quase. Aprenda Brasil.



Seis países em que é possível estudar de graça – ou quase


"Quando o assunto é estudar fora, os destinos mais procurados pelos brasileiros são Canadá, Estados Unidos e Inglaterra, de acordo com a Associação Brasileira de Organizadores de Viagens Internacionais e Culturais (Belta). Embora os EUA estejam em primeiro lugar, o fato é que o sonho americano muitas vezes esbarra num ponto difícil de ser superado: o alto custo.
Para que você não desista de estudar fora, que tal considerar outros roteiros menos tradicionais? Veja a seguir seis países europeus em que é possível estudar de graça (ou quase):
1. Alemanha
A Alemanha possui universidades públicas mundialmente reconhecidas, sendo que algumas instituições recebem financiamento especial do governo por serem consideradas de excelência. O país oferece atrativos interessantes para estudantes internacionais, já que é possível estudar mesmo sem falar uma única palavra de alemão e sem desembolsar nenhum euro. São oferecidos cerca de 900 cursos de graduação e pós-graduação exclusivamente em inglês, com opções que vão de engenharia a ciências sociais.
Universidade de Hoheinhem, em Stuttgart, por exemplo, oferece o curso de mestrado em ciências bioeconômicas, de graça e em inglês. São 45 vagas e o prazo final para candidatura é dia 15 de junho de 2015. Não há mensalidades (confira aqui), mas o aluno precisará desembolsar três taxas simbólicas: de 90, 60 e 5 euros.
O país só exige que o aluno comprove ter condições de se sustentar. Saiba maisUniversitários podem trabalhar até 180 dias por ano, se o trabalho for meio-período, ou 90 dias, se for tempo integral. Agora, se você for para a Alemanha estudar algum idioma, a permissão de trabalho é para 90 dias.
Onde encontrar mais informações
Para informações sobre todos os cursos disponíveis nas universidades alemãs, cliqueAQUI. Informações sobre o programa Ciência sem Fronteiras (CsF) no país podem ser obtidas AQUI.
2. Suécia
suecia
A Suécia oferece mais de 900 programas em inglês, distribuídos em 35 diferentes universidades. Os estudantes pagam somente a taxa de matrícula, exceto para programas de doutorado, que são completamente isentos. Veja mais informações aqui, na pergunta “are you applying for third cycle?”.
O país permite ainda que estudantes universitários trabalhem para custear seus estudos. Saiba mais
Onde encontrar mais informações
Para mais informações sobre estudar na Suécia, clique AQUI. Se quiser saber detalhes sobre bolsas de estudo e financiamentos, acesse o site oficial do Governo Sueco. As informações estão em inglês.
3. Finlândia
A Finlândia, país do norte da Europa, não cobra matrículas e nem mensalidades escolares para os cursos de graduação e pós-graduação, além de oferecer um grande número de programas em inglês. No entanto, você precisará arcar com seus gastos pessoais se optar por cursar graduação ou o mestrado no país. As bolsas de estudo (que cobrem estas despesas) são concedidas apenas para estudantes de doutorado e pesquisadores. Clique aqui e entenda o processo.
A Finlândia permite que universitários trabalhem por até 25 horas semanais e cerca de 87% dos estudantes conseguem emprego, de acordo com dados da Universia.
Onde encontrar mais informações
Clique AQUI para saber mais sobre os cursos de graduação gratuitos. O site daembaixada da Finlândia no Brasil oferece também diversas informações (em português)  para quem pretende estudar lá.
4. França
A França oferece mais de 76 cursos de graduação em inglês, mas a maioria é oferecida por universidades particulares e costuma ser caro. No entanto, existem diversos cursos de pós-graduação formatados exclusivamente para estudantes de língua inglesa e com preços bem acessíveis.
mestrado de engenharia de nanotecnologia oferecido pela Universidade de Lyon, por exemplo, custa 582 euros por ano (mesmo para estudantes não europeus), já com o seguro saúde incluso. O prazo de candidatura vai até 15 de maio de 2015. O curso tem duração de dois anos e as aulas são em inglês. Saiba mais sobre os preços dos cursos na França
Universitários podem trabalhar até 17 horas semanais no país e, segundo dados do Ministério do Trabalho francês, o estudante internacional recebe, em média, cerca de 500 euros por mês.
Onde encontrar mais informações
Para mais informações sobre estudar na França, clique AQUI. No site campus France Brasil, da agência oficial de promoção do ensino superior Francês, há informações em português. Você também pode tirar suas dúvidas na página do Consulado Francês no Brasil.
tromson island noruega editado
5. Noruega

As universidades estaduais norueguesas não cobram mensalidades dos estudantes. E mais: o sistema de ensino superior do país prioriza turmas pequenas, o que faz com os que professores sejam muito acessíveis.
Além disso, diversas escolas oferecem programas ministrados totalmente em inglês. É o caso, por exemplo, do mestrado de economia da Universidade de Oslo, que tem a duração de dois anos e não tem mensalidade. O prazo de candidatura é dia 1º de dezembro para alunos não europeus e as informações sobre admissão podem ser encontradas aqui.
Embora os cursos sejam gratuitos, é bom lembrar que o país tem um dos maiores custos de vida do mundo, além de um clima bastante difícil de enfrentar, especialmente para os brasileiros. Os invernos podem ser muito longos e gelados. Fique atento!
Onde encontrar mais informações
Informações sobre estudos na Noruega voltados para estudantes internacionais podem ser obtidas AQUI. O site Study in Norway traz detalhes sobre os cursos gratuitos. Datas importantes, dicas e documentação necessária podem ser visualizadas neste link.
6. Eslovênia
A Eslovênia faz fronteira com a Itália e com a Croácia e oferece cerca de 150 programas totalmente em inglês e a preços acessíveis. O mestrado de Estudos Migratórios e Relações Interculturais, por exemplo, da Universidade de Nova Gorica, é ém inglês e custa 2.500 euros por ano. Em dúvida se vale a pena estudar na Eslovênia? Veja dez motivos para se mudar para lá agora.
Onde encontrar mais informações
Para informações sobre cursos e valores, clique AQUI. Detalhes sobre o ensino superior no país e sobre situações de isenção das taxas das universidades podem ser encontrados neste link. Caso você deseje mais informações sobre cursos de pós-graduação, clique AQUI.
Por Carolina Campos"
Fonte: http://www.estudarfora.org.br/

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